terça-feira, 29 de junho de 2010

Era no tempo do rei

Era no tempo do rei (Editora Alfaguara): livrinho que meu marido comprou em uma das nossas idas a uma livraria. Ele me viu lendo 1808, leu uns trechos do livro a gostou da ideia.

Explico:

Este livro de Ruy Castro está historicamente situado justamente no Rio de Janeiro da chegada da Família Real Portuguesa (mais precisamente 1810, dois aninhos depois dos portugas em terras tropicais) e tem como um dos personagens principais, advinha quem?, Bingo, Dom Pedro I.

Nosso futuro imperador era um menino levado e na companhia de alguns amigos, entre eles Leonardo. Conforme a contracapa do livro “Os personagens são nobres e plebeus que existiram de verdade e outros saídos da mais delirante imaginação. Nem tudo que você vai ler aqui aconteceu – mas podia ter acontecido”. Portanto é uma ficcção com ares de verdade.

Levei os dois para as férias e ele começou a ler Era no tempo do rei primeiro (já que o 1808 eu já estava lendo). O legal era que nós íamos lendo e conversando sobre as duas obras porque, de certa forma, uma complementava a outra.

É um livro super divertido de ler e que não dá vontade de parar. Eu já estava no final das férias quando li e o fiz em menos de uma semana. Era de rir sozinha!

Além do livro tivemos outros motivos para as gargalhadas nestas férias: eu sou louca para colocar uma rede na minha varanda. Fui lá, comprei a tal, comprei os ganchos para segurar, preguei (modo de dizer porque foi meu pai quem pregou) tudo na parede e, duas semanas depois disso feito (eu mais que feliz porque agora iria aproveitar minha varanda nas tardes quentes de verão), peguei meu livrinho e fui sentar na minha redinha. Imaginou o que aconteceu? Por acaso você disse que a rede caiu e eu fui de bumbum no chão? Como foi que você acertou? A dor foi grande e meu marido antes de se dar conta (ou depois disso) do que tinha acontecido se estourou de tanto que riu.

P.S: Quando defendi minha monografia em História dei de presente Era no tempo do rei para uma das professoras da banca (professora Eulélia). Obviamente o presente só foi entregue depois do resultado de aprovação. Quero deixar registrado aqui também que a professora em questão foi uma das minhas grandes mestras, mesmo sem ter o título de. Ela também é uma grande amiga.

2 comentários:

  1. Aqui no Rio está em cartaz uma peça baseada nesse livro. A crítica está muito favorável.
    Pena que ainda não li e não fui ver a peça :(

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  2. Nossa, deve ser demais! Adoraria ver a peça. O livro é tudo de bom. Se fores ao teatro me conte depois. Um abraço

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